Crescimento. O perigo dos extremos
“Em primeiro lugar, a NUMEROLATRIA! É a idolatria dos números. É o crescimento como um fim em si mesmo. É o crescimento a qualquer preço. Hoje vemos muita adesão e pouca conversão! Muito ajuntamento e pouco quebrantamento. A pregação contemporânea tem sido a pregação da fé sem arrependimento! Da salvação sem a conversão. Muitas Igrejas rendem-se ao pragmatismo para alcançar crescimento numérico. Dão às pessoas o que elas querem e não o que elas precisam! Pregam para agradar aos incrédulos em vez de conduzi-los à salvação. Esses pregadores da conveniência não estão interessados na verdade, mas, no que funciona! Não no que é certo, mas no que dá certo! Querem resultados e não fidelidade! Estão mais interessados no aplauso da Terra do que na aprovação do Céu. Buscam mais a aprovação dos homens do que a Glória de Deus!Queridos, o texto acima, resumido, é uma pérola sobre a forma correta do crescimento de uma Igreja. Não somos uma Organização, e sim um Organismo. Bem alimentado esse Corpo opera o seu próprio crescimento, nos ensina o Apóstolo Paulo! Crescer por crescer, deságua num pragmatismo maligno, onde o vale tudo impera, desde que haja resultados numéricos.
Em segundo lugar, a NUMEROFOBIA! É o medo dos números. É a desculpa infundada da qualidade sem quantidade. A qualidade gera quantidade! A Igreja é um Organismo Vivo. Quando ela prega a Palavra de Deus com integridade e vive em santidade, Deus dá o crescimento. Não há colheita sem semeadura. Há muitas Igrejas estagnadas; outras morrendo. O mais grave é que muitas delas estão satisfeitas apesar dos sinais de morte. Criaram mecanismos de defesa. Blindaram-se com desculpas pra aliviar a consciência. Justificam seu fracasso em nome da sua fidelidade inegociável. Não percebem que Deus é glorificado quando produzimos muito fruto. Obviamente, Deus se interessa por números. A Bíblia está cheia de estatísticas. O livro de Atos contabiliza o numero dos salvos. Números importam para Deus porque se referem a pessoas. O pastor importa-se com uma única ovelha perdida. Um pastor fiel não pode acomodar-se nem conformar-se com a esterilidade de seu ministério. Uma Igreja não pode acreditar que a ausência de conversões é uma coisa normal. Uma Igreja saudável cresce, e cresce pela Palavra de Deus! Muitas Igrejas contemporâneas estão buscando novas técnicas e novos modelos para levar a Igreja ao crescimento. Mas, se queremos o crescimento saudável, precisamos voltar ao primeiro livro da história da Igreja, o livro de Atos, para entendermos os princípios de Deus aplicáveis ao crescimento. Tudo aconteceu pela associação da Pregação à Oração.”
Deus permita que cresçamos sempre (como tem acontecido), mas, de forma Bíblica, Saudável e abençoada por ELE.
Meu abraço sincero,
Dom Alexandre Ximenes
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